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Como não sou famosa, sou INFAME! Hoje estou com saudades do mar... Da brisa que envolve meus cabelos, E adentra pela minha pele... De sentir as ondas lamberem minhas pernas, De ver o encontro do sol com o mar no horizonte, Se fundindo deixando vários tons de vermelho e amarelo. Do cheiro da maresia... A paixão com que as ondas beijam a areia. Da água morninha, quase como um carinho, Me invadindo, acariciando meu corpo E por quê não lavando minha alma?! Saudades de afundar meus pés na areia E até mesmo fazer castelos de areia (como eu amava fazer isso). Saudades... Saudades... Sou uma carioca no Planalto Central. Vim por opção. E que fique bem claro que amo isso aqui.(apesar das cigarras). Apenas estou com saudades... Enquanto algumas mulheres sentem vontade de quebrar tudo e brigar com todo mundo quando estão de TPM, eu fico melancólica e nostálgica. Sinto saudades das coisas que amo que no momento não estão ao meu alcance. Escrito por Infame às 18h40 [ ] [ envie esta mensagem ] Outro dia eu estava nas lojas Americanas, procurando um álbum de fotografias (estou tentando organizar minhas fotos de criança), quando ouço duas moças conversando: - eu não agüento mais... Eu quero carinho, companheirismo, andar de mãos dadas... E ele só é mais ou menos carinhoso quando quer sexo. - e o que você faz? - eu agora finjo dormir todas as vezes que ele vem cheio de mãos pro meu lado. Não vai me dar o que eu quero, também não vai ter o que quer. Eu juro que a minha intenção não era ficar ouvindo, mas confesso que diante dessa resposta, tive que continuar olhando para não sei nem mais o que estava na prateleira a minha frente. E a conversa continua: - larga ele logo... - não sei ficar sozinha. Fiquei passada. Como assim, não sei ficar sozinha? Enquanto estava voltando pra minha casa, fiquei pensando. Entre meu atual relacionamento e o anterior, fiquei sozinha dois anos e meio. E preferi ficar só a não ter o que eu queria e precisava. É engraçado como as pessoas lidam de forma completamente diferente (e por isso parece loucura) do que você faria na mesma situação. Penso que tolerância é bom mas, até ela tem limites... É aquela velha história do sapato velho, horroroso, porém confortável que você insiste em não jogar fora... Por medo de se machucar com um novo e se encher de calos... Eu já pensaria em comprar logo uns três pares (estou louca por um boneca de salto) ops... O assunto não é esse. Sim, então... Sempre existem possibilidades. Mas é preciso ter coragem, pra deixar o horroroso, velho, ¿porém confortável¿. Afinal com isso pensa-se que sabe com o que esta lidando... Eu tenho medo do desconhecido, não vou mentir. Mas tenho mais medo da rotina, da mesmice e de ter um relacionamento infeliz e vazio. Quanto à moça que não tem carinho e romance que tanto deseja, agindo com desprezo creio que ela não vai alcançar o que almeja. Mas sim alguns pares de chifres. Que óóóóóó!!!! Escrito por Infame às 20h47 [ ] [ envie esta mensagem ] Eu amo São Paulo. A cidade exerce um fascínio estranho em mim. Me desperta uma mistura de êxtase e respeito. Adoro os prédios enormes, a adrenalina de quando o avião desce e você pensa ele vai bater... é... eu sei, sou louca mesmo.... Adoro andar na Paulista, e imaginar quantas coisas são decididas ali. Passear na Liberdade, e ver uma outra cultura dentro da nossa. Ir ao sebo e ficar completamente estupefata por encontrar um livro com uma dedicatória do Drummond. Passar uma tarde maravilhosa dentro da FNAC e nem se dar conta que o tempo passou. Sentar na grama no Ubirapuera e ficar ali, vendo o verde no meio da cidade. Como não poderia deixar de ser, andar na 25 de Março, entre sacoleiras e ter vontade de comprar tudo. As cantinas do Bexiga... melhor nem comentar!!! E a noite... ah, a noite... saber que a cidade funciona 24 horas pra você. Aí você que esta lendo esse post deve estar pensando, assim é fácil ela só falou das coisas boas... então tá, eu já fiquei parada na Marginal quase duas horas, já peguei greve do metrô (detalhe eu só sei andar em Sampa de metrô). Já me perdi, por conta de uma informação errada (depois disso eu comprei um Guia). Quase fui parar em Guarulhos agora, por conta da chuva e o aeroporto de Congonhas ficou fechado durante um tempo... Pense no transtorno, eu fiquei na zona sul da cidade... Uma vez viajei pro Guarujá e fiquei num engarrafamento na serra, um trajeto que tranqüilamente se faria em 40 minutos, durou 3 horas.... Enfim, eu gosto mesmo da cidade. Quase fui morar lá um tempo atrás, as vezes sinto, quase como uma certeza que São Paulo está no meu destino, e olha que eu nem acredito muito nisso. E a mesma sensação que eu tinha quando vinha visitar Brasília... Ps: Querida amiga Lora, estou pensando na sua proposta... rs Escrito por Infame às 22h26 [ ] [ envie esta mensagem ] DO DESEJO Do Desejo E por que haverias de querer minha alma Escrito por Infame às 23h35 [ ] [ envie esta mensagem ] Pensar, Sem desatinar. Amar, Sem sofrer. Curtir, Sem se iludir. Esperar, Sem desanimar. Confiar, Sem temer. Esclarecer, Sem machucar. Enlouquecer, Sem preocupar. Ter o que sonhar, Sem se enganar. Conseqüências ... Não quero nem pensar. Escrito por Infame às 22h51 [ ] [ envie esta mensagem ] Existe uma dor que me invade as vezes E eu realmente acho que ela vai me consumir... Levar as lembranças, a angústia essa sensação constante que ainda falta algo... E eu não consigo sorrir, nem chorar, Fico suspensa tentando respirar, Tentando achar um motivo pra seguir ou desistir... Tentando desesperadamente conseguir soltar essa angústia Incubada, instalada, incrustada em mim. Que age muda, silenciosa... Zombado de mim, enquanto todos sorriem pelo simples fato de estarem vivos... E o telefone toca... a mesma voz rouca, o mesmo charme. Com a diferença que eu não estou mais disponível. Velhas memórias, histórias repetidas de alguém que um dia me fez acreditar... e você descobre que os sonhos dele não te interessam mais, que triste isso. E educadamente você diz que esta ocupada procurando alguma coisa que te faça sentir um pouquinho melhor... Que anule a dor, a descrença e as interrogações... Escrito por Infame às 21h37 [ ] [ envie esta mensagem ] É quase como uma fórmula, quando tudo esta perfeito demais desconfie.
Escrito por Infame às 20h22 [ ] [ envie esta mensagem ] Vamos combinar, têm coisas que só acontecem com você não é mesmo???? Pois então, hoje foi meu dia. Estava eu indo trabalhar de manhã, nada demais... mas como Brasília anda a ante-sala do inferno, estava com uma blusa decotada, mas nada indecente, afinal trabalho com idosos... Enfim, o que quero contar é o seguinte, já perto do trabalho passa um homem de terno por mim e fala quase ao meu ouvido a seguinte frase: “QUE PEITOS, MEU DEUS!!!” . fiquei entre resignada e atordoada... Não eram nem 8:00 horas da manhã... Devo estar ficando velha mesmo, antigamente se ouvia isso de adolescentes, ou homens de aparência duvidosa. Esse não, estava perfumado e o perfume era bom e bem vestido... Que medo!!! Por via das dúvidas amanhã vou mudar de caminho.Escrito por Infame às 19h51 [ ] [ envie esta mensagem ] Não falo do amor romântico. Aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento. Relações de dependência e submissão. Paixões tristes. Algumas pessoas confundem isso com amor. Chamam de amor esse querer escravo, e o pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida, explicada, entendida, julgada. Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro, antes de ser experimentado. Mas é exatamente o oposto, para mim, que o amor se manifesta. A virtude do amor é a sua capacidade potencial de ser construído, inventado, modificado. O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita. O amor é um móbile. Como fotografá-lo? Como percebê-lo? Como se deixar sê-lo? E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?Minha resposta? O amor é desconhecido. Mesmo depois de uma vida inteira de amores. O amor será sempre desconhecido. A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá nova visão. A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação. O amor quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante. A vida do amor depende dessa interferência. A morte do amor é quando, diante do seu labirinto, decidimos caminhar pela estrada reta. Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos e nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim. Não, não podemos subestimar o amor. Não podemos castrá-lo. O amor não é orgânico. Não é meu coração que sente o amor. É a minha alma que o saboreia. Não é o meu sangue que ele ferve. O amor faz a sua fogueira dionisíaca no meu espírito. Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu como e fossem novas estrelas recém-nascidas. O amor brilha. Como uma aurora colorida e misteriosa. Como um crepúsculo, inundado de beleza e despedida. O amor grita seu silêncio e nos dá sua música. Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor, se estivermos também a devorá-lo. O amor eu não conheço. E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo, me aventurando ao seu encontro. A vida só existe quando o amor a navega. Morrer de amor é a substância de que a vida é feita, ou melhor, só se vive no amor. E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto. Paulo Moska Escrito por Infame às 18h55 [ ] [ envie esta mensagem ]
"Todo Amor é uma súplica a eternidade" Li isso em um livro de um carinha que vende o seu trabalho em bares... Na verdade não sei se concordo ou discordo. Já dizia Vinicius, " Que seja eterno, enquanto dure" Eterno ou não, amor ou paixão, o que interessa mesmo é sentir. E vamos combinar que não há coisa melhor... Escrito por Infame às 18h41 [ ] [ envie esta mensagem ] Bom, como essa semana estou tão atarefada quem nem tive tempo de ter uma crise existencial vou postar algo que minha irmã me mandou. Eu ri muito. E que fique bem claro que eu nada tenho contra os homens, muito pelo contrário, estou muit feliz com o meu... É uma brincadeira feminista. Espero que vocês gostem... CORAÇÃO DE MULHER É IGUAL CIRCO:
Escrito por Infame às 01h41 [ ] [ envie esta mensagem ] Ando sem tempo... E ando chateada por isso. Não tenho conseguido entrar nos blogs que tanto amo ler e nem atualizar esse... Eu não sei quem me consome mais o trabalho ou a faculdade... Mas vou me esforçar pra postar pelo menos duas vezes por semana. E visitar meus queridos... Então, eu sempre tive problemas com as três palavrinhas mágicas: “EU TE AMO”. Estou dizendo na relação homem-mulher. Quando eu era mais nova não acreditava em amor, achava que isso era papo pra seduzir, ganhar fácil, uma forma que as pessoas tinham de não conseguirem lidar com a solidão. Depois passei a acreditar, sentir e desejar, mas a eu mesma não conseguia dizer. Estranho isso não?! Escutar “eu te amo” despertava em mim uma reação cínica, ou eu ria eu apenas ignorava mesmo. Falar nem se passava em meus belos pensamentos. Um dia eu escutei um “eu te amo”, cheio de emoção e dei a péssima resposta: “ não ama nada, esta apenas empolgado porque gostamos das mesmas coisas”. Ele nunca mais disse e passei a desejar ouvir... Bobagem, ele nunca mais disse mesmo. Outra péssima foi: depois de muita briga interna, consegui admitir que estava amando alguém, então me enchi de coragem e numa noite eu soltei “Eu te amo” a resposta: Eu também, quer casar comigo?! Fiquei tão chocada que não levei a sério... E como todo feitiço vira contra o feiticeiro... Estou me relacionando com meu espelho... Mesmas crenças e reações... E eu nunca desejei tanto falar e ouvir as três palavrinhas mágicas... E agora entendo que não precisa necessariamente ter um grande motivo pra se amar alguém, simplesmente acontece. E isso independe do tempo que se conhece. Lamento mesmo ter sido tão cética no passado... Boa semana a todos! Escrito por Infame às 00h57 [ ] [ envie esta mensagem ]
E o Rio de Janeiro continua lindo!!! Sou uma carioca da "clara" como diriam os mais ortodoxos sul-fluminense. Nasci no interior do Estado e saí de lá ainda adolescente. Quando era 'menina adolescente' sempre passava férias no Rio, tenho uma tia que mora no Flamengo e minha bisa morava na Ilha do Governador. Mas com o passar dos anos, acreditem passei a preferir Brasília. Até que me mudei pra cá. A última vez que tinha ido ao Rio, há dois anos minha viagem foi horrível por motivos dos mais variados que possam existir. Então esse fim de semana a "bonita" aqui foi ver a cidade maravilhosa e redescobri que ela continua maravilhosa mesmo. Da janelinha do avião, quando avistei o mar meu coração disparou... E o tempo apesar de chuvoso quando cheguei, ainda sim consegui sentir o cheiro da maresia que tanto amo. Mas o que me chamou a atenção mesmo é a gentileza do carioca. O motorista do frescão me ajudou com a minha bagagem quando subi e desci do ônibus, o motorista de taxi, quando dei o endereço do hotel me disse que não era pra eu sair sozinha a noite... Vi um moço ajudando um deficiente a atravessar a rua... Fui a um show de alto nível na praia de Ipanema, de graça e acreditem foi tudo de bom. Sem confusão, arrastão ou similares. Em Brasília não acontecem essas coisas... E a noite continua sendo boa, muita gente bonita se divertindo. Por mais que vejamos nos jornais a violência que lá existe, fatalidades acontecem todos os dias e não tem como negar, o Rio continua lindo e talvez por isso continua merecendo o nome de "CIDADE MARAVILHOSA". Boa semana a todos. Escrito por Infame às 20h21 [ ] [ envie esta mensagem ] Domingo fui a um pub que é conhecido como um bar de solteiros na faixa entre 25 a 38 anos mais ou menos e as pessoas vão pra fazer pegação mesmo. Então, já na chegada me senti num episódio de “sex and city” uma fila enorme pra entrar, uma das meninas simplesmente cumprimentou o segurança e adivinhem: ele nos deixou entrar, lindas e maravilhosas. Bar cheio, boa música... Muita gente bonita, mas pouco interessante. Então começa a “guerra”... Do tipo não saio daqui sem beijar na boca... Até ai tudo bem... as pessoas têm mais é que se beijarem mesmo. Mas as cantadas... vamos combinar, péssimas. Eu fui fumar,(em Brasília o único lugar que você pode fumar sem restrição é a sua casa, em qualquer outro lugar existe um fumódromo) então, estou lá em um cantinho em pé quando chega um cara: - você pode me arrumar um cigarro ; - Claro; Ofereço os cigarros a ele e escuto o seguinte: -Sampoerna? –Sim; -Não quero mais, você é muito chique e deve ser metida também. Nunca havia sido julgada pelo cigarro que fumo. Alguns minutos depois escuto um cara falar pra uma moça: - Você pode me emprestar um cigarro?; - Bom, emprestar é meio difícil já que não vai devolver.... ela oferece o cigarro; - Obrigada, pode emprestar o fogo também? Esse eu posso devolver com outro tipo de fogo que eu tenho... Fiquei pasma... E ainda piora... - Eu queria tanto ser seu PA! Eu pensando que diabos poderia ser PA, e alguém traduziu : Pinto Amigo... E a pior e mais lavada de todas: - Você vem sempre aqui? Eu ri e pedi licença... Acreditem ainda tem homens que falam isso... A mais original foi: Eu estava tentado pegar uma cerveja no balcão mas desisti porque minha altura não me deu chance... Então chegou um carinha e perguntou: - o que você ia pegar? ; - Cerveja E ele volta com as duas cervejas na mão. Agradeci. Realmente ele foi muito gentil. Mas eu não estava disponível... Cheguei a algumas conclusões: Estou ficando velha pra ir pra “guerra”. Velha e seletiva. Velha, seletiva e sem paciência... E apaixonada pelo meu namorado, porque era quem eu queria que estivesse lá comigo. A cantada dele foi original. Escrito por Infame às 17h36 [ ] [ envie esta mensagem ] NÃO ADIANTA ESTOU MESMO APAIXONADA!
Boca quente, sensual. Beijo molhado, demorado. Por todo lugar, Que sua boca passou em meu corpo, Me aqueceu... Enlouqueceu... Derreteu... Orelha, Pescoço, Coxas, Barriga, Lábios grandes e pequenos, todos... Arrepios, Suspiros, Perda de controle, Palavras desconexas, Arrebatamento, Contentamento, Felicidade! Escrito por Infame às 00h10 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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